No Tema 2 começamos a desenvolver uma proposta de arquitetura de habitação unifamiliar de interesse social integrada a proposta de parcelamento do solo trabalhada em Projetos Urbanos 1, para famílias com renda de até cinco salários mínimos. A proposta deverá discutir a conceituação da habitação unifamiliar no contexto atual e detalhar tecnologias sustentáveis. Nesta etapa de estudos dirigidos, pesquisamos duas obras / arquitetos com questões fundamentais para o tema e fizemos a análise direcionada à proposta e ao lugar do projeto, apresentando a área e cinco objetivos claros para o desenvolvimento trabalho.
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UNIDADE MÍNIMA DE HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL
O projeto de uma UMHS busca novas tecnologias aliadas com a praticidade de morar...
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HABITAÇÃO COLETIVA, INCLUSÃO SOCIAL E DIREITO A CIDADE
Inclusão social para famílias com renda de até cinco salários mínimos...
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HABITAÇÃO UNIFAMILIAR E TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL
Habitação unifamiliar de interesse social integrada com uma proposta de parcelamento do solo, com soluções tecnológicas sustentáveis...
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Na última etapa, entregamos a síntese do processo de projeto e colocamos todas as premissas que levaram à solução arquitetônica através de um vídeo. Nas pranchas, detalhes da apropriação do terreno, intervenção no lugar, exploração das potencialidades, estética, sensorialidade, estrutura, viabilidade, definição de materiais, conforto ambiental e acessibilidade, além dos detalhes técnicos como plantas baixas, cortes e fachadas.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Na terceira entrega desta etapa, a elaboração do conceito e o desenvolvimento de um partido arquitetônico (ou seja, os elementos compositivos da solução arquitetônica, inclusive aqueles constantes na tríade símbolo-função-tecnologia) já são trabalhados e definidos para que se chegue a soluções satisfatórias para o problema proposto.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Nesta etapa, definimos o lugar para a realização de uma habitação coletiva social. Dentro dos diversos fatores analisados, escolhemos o terreno onde está localizada atualmente a fábrica da Emegê na Vila Viana, em Goiânia. A área, já muito degradada por invasões e pela linha do trem (atualmente inativa) possui carências que um projeto deste porte poderia sanar. Através da legislação, chegamos a conclusão de quantas unidades habitacionais deveriam ser construídas para que o projeto se tornasse viável. No que diz respeito ao programa, definimos dentro da legislação o que deverá ter este objeto para que atenda não só a nova população que o habitará, mas também a região carente como um todo.


























































